Gostaria de falar um pouco sobre a experiência que eu tive com o meu coração.
Eu tenho um sonho, o sonho de ir para o Altar e certa vez,
comecei a namorar com um pastor auxiliar.
Mas com o passar do tempo eu percebi que não tínhamos nada ver um com o outro, vivíamos dizendo: Eu te amo, mas parecíamos dois estranhos.
Ele não se abria comigo e muito menos eu para com ele. Ele fazia de tudo para me agradar (as minhas vontades), pois era a maneira para não me perder.
Eu percebi e vi que estava com ele só pelo fato dele ser auxiliar, pois o meu coração palpitava de emoção por eu está namorando, nós tínhamos o apoio dos nossos responsáveis.
Eu percebi que aquilo estava me afastando de Deus e, sabia que minha Salvação estava por um fio.
Foi quando eu decidi travar uma guerra contra o meu coração, não foi fácil, pois a voz do coração queria me convencer dizendo: “não termine!
Você vai ficar solteira, Imagine o que vão pensar de você?
Você vai machuca-lo!
Mas a razão me fez olhar mais à frente, pois eu teria um casamento frustrado, porque eu estava olhando com os olhos do coração.
E não estava olhando o seu caráter, eu sabia que aquelas atitudes estavam desagradando ao meu Senhor.
Eu decidi terminar, mas a guerra não parou, pois fui muito julgada.
Mas a razão me fez pensar, o que adiantaria viver de aparência, sendo que Deus conhece o nosso coração? Falei para o meu Deus:
“Posso morrer solteira, mas se eu morrer salva, é o que me basta!”.
É com essa sinceridade que Deus me revestiu de forças.
Foi difícil vencer o coração, mas venci porque a minha prioridade da Salvação está em primeiro lugar.
Nos dias de hoje não há tempo de se brincar com a Salvação da alma, pois a volta do Sr. Jesus está próxima e, não dá mais tempo para ouvir a voz do coração, porque ele é um grande enganador!
Hoje sei que Deus está me preparando e moldando para fazer uma pessoa feliz e, juntos, ganharemos almas para o Reino Dele.
Espero que através desta experiência, eu possa ajudar a pessoas que estejam passando pelo mesmo que um dia eu passei.
Que Deus abençoe, na fé!
Lucilla Lindsay...